Para muitos psicólogos, o consultório começa como uma atividade individual e vai crescendo sem que as finanças pessoais e profissionais se separem. Com o tempo, essa mistura dificulta a leitura dos números e pode gerar problemas fiscais.
Por que separar faz diferença
Com uma pessoa jurídica constituída, as receitas do consultório passam por uma conta própria, com notas fiscais emitidas e tributos calculados conforme o regime escolhido. Isso traz clareza sobre quanto o consultório realmente rende e sobre quanto o profissional pode retirar para si.
Os cuidados na prática
- Conta bancária exclusiva para o CNPJ, sem misturar despesas pessoais.
- Pró-labore definido: a retirada regular do profissional, com os encargos que a lei prevê.
- Distribuição de lucros apenas quando a contabilidade apurar resultado que a permita.
- Nota fiscal de todos os atendimentos, conforme as regras do município.
Verifique as exigências da sua categoria
Conselhos profissionais podem ter regras próprias sobre o registro de empresas que prestam serviços de psicologia. Vale confirmar essas exigências antes e durante a constituição da empresa.
Um passo de cada vez
Não é preciso resolver tudo de uma vez. Começar pela conta bancária separada e por um controle simples de receitas e despesas já traz benefícios e prepara o terreno para uma contabilidade organizada.
Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do caso concreto da sua organização.
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