Editais, convênios e financiadores privados têm algo em comum: exigem que a organização mostre, com clareza, de onde veio cada recurso e como ele foi usado. Para as parcerias com a administração pública, a Lei 13.019/2014 (o marco regulatório das organizações da sociedade civil) reforça essa lógica de transparência e prestação de contas.

Um plano de contas pensado por projeto

Em vez de misturar tudo em um único bloco, vale organizar a contabilidade por projeto ou fonte de recurso. Assim, quando o financiador pedir a prestação de contas, cada real recebido tem um caminho identificável até o gasto correspondente.

Documentos que a organização deve manter

Cuidados no dia a dia

Registrar as despesas no mês em que acontecem, conciliar o banco com a contabilidade e guardar os comprovantes por projeto evita a corrida de última hora. Também é importante seguir as regras de cada parceria sobre quais gastos são permitidos.

Transparência também atrai doadores

Demonstrações contábeis claras e balanços publicados reforçam a credibilidade da ONG junto a doadores, voluntários e parceiros — um benefício que vai além da exigência formal.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do caso concreto da sua organização.

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